A Fundação José Antonio Llorente assinala este mês dez anos de atividade, reforçando a aposta na comunicação como ferramenta de impacto social. Criada em 2016 pela LLYC e pelos seus colaboradores, a organização tem seguido uma estratégia centrada na união entre tecnologia e diálogo intergeracional, colocando os jovens no centro das transformações digitais e sociais.
Uma década de impacto global
Ao longo destes dez anos, a Fundação consolidou uma presença internacional que liga jovens da Europa, Estados Unidos e América Latina. O balanço inclui:
- 75 projetos desenvolvidos – iniciativas focadas em comunicação, tecnologia e inclusão.
- 8.117 beneficiários diretos – jovens envolvidos em programas de capacitação e diálogo digital.
- 281 parceiros – uma rede internacional de colaboração.
- 3.068 voluntários – profissionais da LLYC que dedicaram 15.850 horas ao projeto.
Segundo a presidente Irene Rodríguez, o objetivo mantém-se:
“fortalecer a comunicação para que os jovens liderem o ambiente digital e contribuam para um mundo mais humano”.
O jovem no centro da era digital
A Fundação tem apostado no chamado humanismo tecnológico, afastando-se de modelos tradicionais. A ideia é simples: dar aos jovens um papel ativo na forma como se relacionam com a Inteligência Artificial e com as redes sociais, promovendo critérios éticos, autonomia e bem‑estar emocional.
Quatro prioridades estratégicas para o futuro
Nos próximos anos, a Fundação concentrará o seu trabalho em quatro áreas globais:
- Pensamento crítico – ferramentas de comunicação estratégica para combater a desinformação e reforçar a literacia democrática.
- Saúde mental em ambientes conectados – espaços de reflexão com especialistas para promover um uso consciente da tecnologia.
- Inclusão na Rede – ações que incentivam ambientes virtuais seguros, plurais e respeitadores.
- Alfabetização digital – redes de aprendizagem que preparam os jovens para as competências tecnológicas exigidas pelo mercado de trabalho.
Uma nova década de desafios
Com esta trajetória, a Fundação José Antonio Llorente entra na segunda década com a ambição de transformar a tecnologia numa ponte inclusiva e num instrumento de entendimento humano, reforçando o papel dos jovens como protagonistas do futuro digital.





